terça-feira, 23 de novembro de 2010

Pessoal,


Aqui vocês encontram os passos para desenvolverem suas histórias sobre o padrão narrativo definido por Joseph Campbell como Monomito. Lembrem que o Jesse pediu para indentificarmos alguns personagens. Estes personagens são os arquétipos e também estão listados no documento abaixo:


Quem puder ver ou rever também o primeiro episódio da série O Poder do Mito, vai descobrir ou relebrar como as histórias que contamos compartilham as mesmas estruturas narrativas desde a Bíblia até Star Wars.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

04/11/2010 - 09h02

Morte ganha diferentes interpretações em obras infantis


Falar da morte está deixando de ser um tabu. Principalmente com as crianças. Mesmo que ainda tímidos, os livros fazem sua contribuição e tratam do tema tanto da forma mais sentimental quanto fazendo da própria morte uma personagem hilária e, até, simpática (claro, desde que ela não venha conversar com você).
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Autor leva para o universo infantil situações da vida adulta
Autor leva para o universo infantil medos e situações da vida adulta
"O Pato, a Morte e a Tulipa" opta por explorar os simbolismos do tema. O autor e ilustrador alemão Wolf Erlbruch encara no livro a morte de um modo menos negativo e agressivo do que estamos acostumados. A morte sempre está por aí, e assim é a vida. A brincadeira do autor rende muitas reflexões. E vale cada um pensar na sua.
"Menina Nina", do escritor Ziraldo, é o exemplo do texto que não busca esconder da criança a realidade. Na narrativa, o autor explora a bonita relação da família, ilustra o luto e a melancolia sentidos pela garota, e dá dicas de que a dor vai passar, a vida continua e de que sentir saudade também é uma coisa gostosa quando a gente ama.
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Dona Morte sempre disposta em cumprir com suas obrigações
Dona Morte sempre disposta em cumprir com suas obrigações
A escritora Clarice Lispector também faz sua contribuição com "A Mulher que Matou os Peixes". No caso, como confessa, "a mulher" é ela mesma, mas não, não se espante, leitor, pois ela confessa também, em seguida, que o que aconteceu foi sem querer, uma tragédia. E ao longo do livro Clarice conta e reconta histórias suas com animais e os acontecimentos que precederam o terrível evento.
Em "Contos de Morte Morrida", Ernani Ssó usa do humor e transforma A morte como a personagem principal de nove contos. Cheias de humor e situações tenebrosas, a famosa e nem sempre solitária senhora encapuzada ergue sua foice para alcançar aqueles que tentam enganá-la. Dona Morte já está muito cansada para esse tipo de brincadeira.
Encarar a morte nunca é fácil, mas a identificação dos leitores mirins com esses personagens pode ser um começo para a melhor aceitação dos sentimentos e das saudades.

domingo, 24 de outubro de 2010

Morte e Vida Severina em desenho animado


Teaser Morte e Vida Severina from OZI Escola de Audiovisual on Vimeo.




Morte e Vida Severina é um daqueles livros obrigatórios a todos os brasileiros cursantes do Ensino Médio que pretendem ingressar em uma faculdade some day. Por sermos muito novos e termos essa obrigatoriedade de ler acabamos nem nos empolgando com os grandes clássicos brasileiros de João Cabral de Melo Neto, Clarice Linspector e Machado de Assis e, após alguns anos, quando nos damos conta disso, parece muito “trabalho” lê-los novamente com o devido respeito e atenção.
E é por isso que o Desenho Animado “Morte e Vida Severina” é uma excelente ideia de resgate à literatura brasileira transformada em puro entretenimento visual. O filme de 50 minutos é uma animação para a TV Escola Fundação Joaquim Nabuco.
Pelo trailer já conseguimos ter ideia da belíssima animação que está por vir com uma estética artística em preto e branco. Uma pequena obra de arte animada.
O filme será lançado em janeiro de 2011 na TV Escola. Enquanto isso o teaser serve para ter um gostinho do trabalho, que conta com a voz de Gero Camilo (de Cidade de Deus, Madame Satã e Carandiru) comoSeverino, contracenando com André Ricardo como o Mestre Carpina.
Vanda Phaelante dá voz à Velha das Caveiras, Lívia Falcão e Eduardo Japiassu assumem o papel dos ciganos, João Augusto Lira interpreta oCoveiro Velho, Jones Melo o Coveiro Negro, enquanto as vozes deFábio Caio e Vavá Schön Paulino aparecem como os Irmãos das Almas.
Esse é o primeiro grande projeto da Escola de Audiovisual  de Brasília OZI.
Os estudantes de colegial agradecem!

sábado, 25 de setembro de 2010

 23/09/2010 - 07h00

O sentido da arte

Há coisas que nunca imaginei que viveria para ver. Elas incluem assistir ao PT no comando da fisiologia nacional (sim, "mea culpa, mea maxima culpa", eu fui um dos trouxas que acreditaram que o partido era "diferente") e testemunhar o pedido da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para que os trabalhos do artista pernambucano Gil Vicente sejam excluídos da Bienal de São Paulo, que começa neste sábado.
É verdade que os desenhos da série "Inimigos" são fortes. Eles retratam o próprio artista atentando contra a vida de figuras públicas como Lula, Fernando Henrique Cardoso, Bento 16 e o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Mas, como já escrevi algumas vezes neste espaço, ninguém precisa de licença para dizer o que todos querem ouvir. Para fazer sentido, as garantias constitucionais à liberdade de expressão precisam ser robustas. Devem necessariamente abranger discursos, textos e imagens capazes de chocar e até de causar a revolta de parcelas da sociedade. Que boa parte dos cidadãos não entenda isso e proteste contra a exibição de obras específicas é esperado; que o presidente da OAB caia nessa mesma esparrela e advogue pela censura é sintomático da decadência dessa instituição, que já desempenhou papéis mais nobres na história deste país. Mas não pretendo, na coluna de hoje, falar mal da OAB. Isso eu já fiz num texto mais antigo. O que eu quero discutir é a arte.
Para que diabos ela serve? A questão é das mais polêmicas entre neurocientistas. A exemplo do que se dá com a religião, os especialistas podem ser divididos no bloco dos que acreditam que a arte é uma adaptação humana obtida por seleção natural e o dos que pensam que ela é apenas um efeito colateral resultante da forma como nossos cérebros estão montados. No último grupo encontram-se pesos-pesados do neodarwinismo, como o eterno Richard Dawkins, Stephen Jay Gould e Steven Pinker. No primeiro, estão o próprio Charles Darwin (para ele, o senso estético era uma faculdade intelectual fruto da seleção), a antropóloga Ellen Dissanayake, o psicólogo Geoffrey Miller, e a dupla dinâmica da psicologia evolutiva, John Tooby e Leda Cosmides, que mudaram de lado, abandonando a tese da arte como subproduto para abraçar a teoria da adaptação. Mas prossigamos com um pouco mais de calma, pois essa é uma questão extremamente controversa e que envolve conceitos complicados.
Dawkins, Gould e Pinker relutam em aceitar a arte como adaptação porque isso teria implicações profundas sobre a biologia. Em primeiro lugar, mesmo que recuemos o comportamento artístico para uns 50 mil ou 100 mil anos atrás (e poucos ousam ir mais longe), esse ainda é um período curto demais para que a evolução tenha deixado marcas em nossos genes.
Outra objeção forte é que admitir o caráter adaptativo da arte abre um flanco para a noção de seleção de grupo, vista com grande desconfiança pela linha dura do darwinismo. A ideia, defendida principalmente por Dissanayake, é que a arte teria sido selecionada porque, ao reforçar a coesão do grupo através de cantos e danças comunais, por exemplo, ela o tornaria mais apto a enfrentar bandos rivais e sobreviver. O problema com a seleção de grupo é que ela não é lá muito estável, porque sempre valeria a pena para indivíduos egoístas pegar uma carona na coesão grupal sem dar sua justa contribuição. Eles teriam maior sucesso reprodutivo, espalhando genes menos colaborativos. Seria assim muito difícil fixar num "pool" genético qualquer características que favorecem o grupo.
É por essas e outras que Pinker classifica a arte como "cheesecake mental", algo sem valor adaptativo em si, mas que explora, como as comidas gordurosas e doces, os mecanismos biológicos que nos dão prazer. Uma outra analogia válida é com as drogas recreativas. Seria até ridículo imaginar que elas representam uma adaptação, mas é inegável que afetam, e muito, nossos cérebros, proporcionando prazer em doses tão cavalares que podem mobilizar toda nossa atenção neuronal, como no caso do vício.
A exemplo do neurocientista Michael Gazzaniga, autor de "Human: The Science Behind What Makes Your Brain Unique", acho mais prudente não tomar partido nessa polêmica, mas apenas expor o que me parecem ser os melhores argumentos de cada lado. E, por falar em argumento, Geoffrey Miller, tem um interessante. Para ele, a arte é o resultado da seleção sexual. Ela está para o gênero humano como a cauda do pavão está para a família dos fasianídeos: uma exuberância biologicamente custosa que só existe porque atribui a seu detentor inequívoco sucesso entre as fêmeas, o que se traduz em importante vantagem reprodutiva.
Curiosamente, a teoria de Miller acaba explicando um pouco da demografia da arte: considerados os grandes números, a maioria dos artistas são homens no pico da atividade sexual. São ideias que, se levadas muito a sério, tiram algo da transcendência da arte e nos aproximam dos canários. Mas quem disse que pássaros, ao cantar, não experimentam a versão aviária da transcendência?
Outro ponto interessante é o da ficção. Foi ele que fez com que Tooby e Cosmides mudassem de posição. OK, todo mundo está cansado de saber que a arte é um universal humano. Não há aldeia indígena, por mais remota que seja, que não faça alguma coisa pragmaticamente inútil com penas e sementes e não se reúna para cantar e dançar. Mas isso não é tudo. A ficção, isto é, histórias inventadas também são universais e, exceto por fundamentalistas religiosos, ninguém as toma por realidade. Já desde a mais tenra idade aprendemos a diferenciá-las. Para os dois pesquisadores, esse mecanismo de decupagem é um sinal de adaptação. Confundir fatos com ficções é, evidentemente, perigoso, como o provam os homens-bombas que imaginam ir para um paraíso repleto de virgens (Alcorão 44:54 e 55:70) e "mancebos eternamente jovens" (Idem 56:17). Se desenvolvemos um sistema para operar a distinção e aparentemente estamos todos dotados com a capacidade de extrair prazer de narrativas inventadas, isso implica que a experiência ficcional é benéfica. Ponto para a adaptação.
Resta apenas explicar como ela pode ser benéfica. Já abordei com algum detalhe esse tema na coluna "A título de brincadeira", publicada em junho. O que vale a pena reter é que a ficção nos proporciona a possibilidade de "viver" determinadas situações. A experiência pode não ser tão intensa como na realidade e, embora isso atenue as sensações, também nos preserva dos perigos. Assistir no cinema a alguém sendo devorado por tubarões é mais seguro do que presenciar a cena "in loco". Sempre pode sobrar uma dentada. Essa simulação segura é, em geral, uma boa oportunidade de aprendizado, seja para lidar com as próprias emoções, seja para adestrar-se numa atividade relevante. No mundo animal, as brigas de brincadeira entre filhotes são uma forma de aprendizado para a luta --sem o risco de ferimentos.
É exatamente isso o que faz Gil Vicente ao "atentar" artisticamente contra Lula, FHC "et caterva". De um só golpe, ele exibe seus dotes para o desenho, nos faz experimentar emoções e quem sabe até refletir. É o verdadeiro sentido da arte. Só a OAB não percebe aqui a diferença entre ficção e realidade.


sábado, 11 de setembro de 2010

Contos

    Conto de Gisele dos Santos da Silva: 



Nem tudo é morango

Num castelo preto esverdeado que ficava no oeste da China, morava uma garota de dezesseis anos chamada Belinda. Mas Belinda não era uma simples garota: ela era filha do Lord Edward, um poderoso bruxo inglês, e da rainha Bridget, que vinha de um reino próximo ao Arizona. Não é por acaso que Belinda era uma princesinha meio atrapalhada e rebelde, dona de poderes incríveis.
A menina meio-princesa e meio-bruxa vinha passando por momentos difíceis: as angústias da adolescência, o primeiro amor e a espera do primeiro beijo... e por isso, se comportava cada vez pior. Ela estava apaixonada por um garoto muito estranho chamado Martim. Belinda e Martim viviam em pé de guerra, até que um dia ela resolveu dar uma lição no garoto. No colégio, durante o intervalo, Belinda foi até a mesa em que Martim estava sentado e, enquanto ele conversava distraidamente com um amigo, a garota trocou o ovo que estava no prato por um ovo podre. Meia hora depois, Martim foi levado para o hospital com uma forte intoxicação alimentar.
Quando Belinda chegou em casa seu pai estava muito furioso pela brincadeira de mal gosto da menina e, como punição, trancou-a no porão do castelo, onde passaria a noite sozinha. Quando estava no porão, Belinda encontrou uma joaninha andando no corrimão da escada. A garota tentou pegar o inseto quando, de repente, ouviu um barulho estridente – era a joaninha mandando a bruxinha soltá-la. Assustada, Belinda soltou o inseto que se transformou em um gigante feioso e começou a xingá-la. Depois de se acalmar, o gigante perguntou por que Belinda estava ali trancada e sozinha. Então, ela explicou o que havia acontecido e prometeu se vingar de Martim. Foi aí que ela teve a ideia de pedir ajuda ao gigante que, sem rodeios, aceitou ajudá-la.
Na manhã seguinte, quando Martim foi tomar seu café da manhã, encontrou sobre a mesa um apetitoso pedaço de pudim e ao lado do pudim estava uma pequena joaninha. O garoto comeu um pedaço do doce e, no mesmo instante, caiu duro no chão, petrificado. Quando a mãe do garoto o encontrou, ele estava morto e não havia mais nada a fazer. A noticia logo se espalhou por todo o bairro e, ao saber do ocorrido, Lord Edward não teve dúvidas de que isso era trabalho de Belinda.
Como castigo, Lord Edward trancou Belinda em um casebre sombrio, no meio da floresta do reino, e disse que ela ficaria presa até completar vinte e cinco anos, sem poder ver ninguém, para que repensasse seus atos. Belinda começou a chorar, indignada com a atitude de seu pai. Quando ela deu conta de que tinha matado o garoto que amava tentou se matar com uma faca, mas nada aconteceu, pois a maldição condenava-a a ficar presa ali por nove anos.
Depois de uma noite de lágrimas e desespero, Belinda se levantou e viu uma luz brilhando no canto da lareira. Ela foi até a luz e, ao se aproximar, viu que era um botão muito brilhante. A garota acendeu a vela e percebeu que o botão pertencia a uma bicicleta um tanto esquisita. Ela se sentou na bicicleta, apertou o botão e, num passe de mágica, saiu voando pelo céu a fora. Quando percebeu, Belinda estava em um reino muito diferente, em que no céu, ao invés de pássaros, havia chicletes coloridos, como se fossem estrelas.
Quando a bicicleta aterrissou, Belinda viu um sapo pulando em sua direção. A garota então pensou: “este sapo deve ser o príncipe encantado que eu tanto procuro”. Ela pegou o sapo, beijou-o e, de repente, o animal se transformou em um bicho-papão que saiu correndo atrás da menina, tentando agarrá-la a força. Quando já estava sem forças, prestes a desistir da fuga, um poderoso tornado veio e sugou o bicho-papão. Belinda caiu desacordada. Quando retomou a consciência, Belinda viu um daqueles chicletes que estava no céu ao seu lado, pegou-o e ficou observando-o. Ela pensou consigo: “já que estou perdida mesmo e não sei pra onde ir, acho que vou comer este chiclete”.
Quando ela colocou o chiclete na boca sentiu seu rosto queimar e cuspiu-o imediatamente. Ao tocar no chão, uma nuvem de fumaça se formou e o chiclete mágico se transformou num lindo rapaz. Belinda perguntou quem era ele e o rapaz disse que era um aprendiz de feiticeiro que havia sido transformado em chiclete por uma bruxa com quem não quis se casar. Ele só voltaria à posição humana quando uma meia-bruxa irresponsável o mastigasse.
Belinda olhou o rapaz, pasmada. O rapaz convidou-a para ir com ele para a escola de magia e, de forma carinhosa beijou-a docemente. Depois do beijo Belinda pensou: “hum, eu sempre imaginei que o meu primeiro beijo teria gosto de morango... mas não de chiclete!”.

Conto de Thais Correia:

De Bem Bem Perto Daqui para o Outro Lado do Mundo

Era uma vez um castelo xadrez, no reino Bem Bem Perto Daqui. Lá tudo é colorido e diferente dos outros reinos. Tem um rei divorciado, uma ex rainha, uma princesa internauta, um mordomo anão que, enfeitiçado por um chiclete mágico tornou-se gigante...
Numa tarde de arco-íris, a Princesa, que deveria estar fazendo os trabalhos da faculdade, decidiu passar horas teclando com seu namorado made in China, mais conhecida como Outro Lado do Mundo. Ela foi interrompida pelo mordomo anãogigante que avisou-a que seu pai, o Rei, preparava-se para uma viagem urgentíssima para a África. Ele estava indo buscar uma joaninha roxinha e dourada para fazer companhia ao joaninho de estimação do palácio.
Aproveitando a ausência do pai, a Princesa, rapidamente, decidiu arrumar a mochila e pedalar sua bicicleta voadora em direção à China, para fazer uma visita surpresa para seu namorado de olhinhos apertados.
Chegando lá, foi direto para a kitinete-ovo onde o menino morava. Tocou a campainha. Sentou, comeu seu sanduíche de algodão... Nada! Ela resolveu então apertar o botãozinho do telefone móvel em forma de brincos que ela carregava na orelha e discar para o namorado para perguntar onde ele estava. E onde ele estava? Bem na frente do castelo xadrez. É, ele também teve a idéia de surpreendê-la: pegou carona num tornado e rapidamente chegou a Bem Bem Perto Daqui.
Depois de alguma discussão e daqueles “tsc, tsc” que as pessoas fazem quando estão desapontadas decidiram se encontrar numa bela confeitaria em Portugal, que ficava na metade do caminho. E foi assim que tudo acabou em pudim. 

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Contos africanos:

Trailer de um filme francês baseado baseado em uma história africana KIROKOU:

Animação "O Coronel e o Lobisomem":

Literatura de cordel:


sexta-feira, 27 de agosto de 2010

E-books infanto-juvenis



Lenira Almeida Heck é um dos nomes que mais aparecem na literatura infantojuvenil virtual com livros disponíveis para download. Conhecida pelo pseudônimo de Júlia Vehuliah, a baiana nasceu em 1954 e já possui algumas obras publicadas, dentre as mais conhecidas e disponíveis em e-books estão: 

  • No reino das letras felizes
  • A borboleta azul
  • O mistério do anel de pérola
  • O peixinho e o gato
  • O Galo Tião e a Vaca Malhada
  • O Galo Tião e a Dinda Raposa
Todos esses e-books estão disponíveis para download no site:

Boa leitura!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Crie sua história

Já pensou em criar uma história a partir de palavras que parecem, a priori, não terem sentido umas com as outras?

Caso queira, ainda dá tempo de experimentar!

Abaixo vai uma dica:

O Começo

O blog "Literatura Maluca" nasce hoje para divulgar textos, fotos, videos e materiais sobre Literatura Infantojuvenil. 
Nasce também como apoio aos acadêmicos das disciplinas de Literatura Infantojuvenil 1 e 2 do curso de Letras da UTFPR. 
E nasce também para todos aqueles que veem na literatura o sonho, a magia, o brinquedo e a fuga necessária.